quinta-feira, 29 de julho de 2010

Sou chamado a ser Ministro de Música, preciso ser Profeta do Senhor!

O ministro de música torna-se um verdadeiro profeta quando sua voz é colocada à disposição dos desígnios de Deus. É o próprio confidente da vontade divina. Não chama a atenção para si, já não importa quem ele é e sim aquele que o enviou. Ele anuncia através das canções a palavra de Deus que foi colocada em sua boca.
”Do mesmo modo o Senhor Javé não faz coisa alguma sem revelar seu segredo aos profetas, seus servos.“ Amós 3, 7
Então, vamos nos perguntar: “Que tipo de profeta eu sou?” Em meu canto estou ecoando a voz de Deus? Estou motivando a assembléia a louvar e adorar o Autor que canta em mim?
Ser ministro de música é algo mais sério que, vez ou outra, pegar um violão ou um microfone e animar um grupo de oração. O ministro que responde um sim consciente a vontade de Deus, assume com isso uma bagagem de comprometimento, de zelo, vida nova, enfim, ele tem sede em estar cada dia melhor, fazendo multiplicar em si mesmo os talentos confiados por Deus.
”Muito bem, empregado bom e fiel! Como você foi fiel no pouco, eu lhe confiarei muito mais.“ Mateus 25, 23
Multiplicar os talentos é buscar um conhecimento maior nas teorias musicais, procurar instrumentos bons e afinados, preocupar-se em melhorar o som da Igreja, participar de congressos e formações sobre música, é procurar sempre aprender novas canções e renovar as antigas. O ministro renovado nunca diz: “Sei três posições no violão, estou contente.” Pelo contrário, ele se pergunta: “Deus está contente com a forma como estou tocando ou cantando?”
O verdadeiro profeta também se distingue pelo seu zelo ministerial. O melhor é sempre para Deus. Vejamos logo abaixo algumas qualidades que julgamos importantes para o ministro de música:
1. Humilde: é aquele que conhece suas qualidades e limites e os coloca a serviço de Deus.
2. Disposto: está sempre disposto a deixar de si mesmo para servir o Senhor.



3. Instrumento de Deus: tem total consciência de que foi chamado para uma missão e por isso toca e canta segundo as orientações da batuta do criador.
4. Homem de Oração: à exemplo de Jesus, encontra momentos de oração solitária a fim de estabelecer uma intimidade com Deus.
5. Inspira segurança e confiança: A assembléia percebe essa segurança nas melodias, ele conhece as músicas porque se prepara com antecedência.
6. Sorridente: Pelo sorriso animará toda a assembléia, não se trata de um sorriso forçado, mas um semblante próprio de quem serve com alegria. Um ministro carrancudo desestimula a todos.
7. Bom ouvido: tem senso de ritmo, voz afinada, senso de melodia. Sem isso será difícil ser ministro de música. Se Deus não lhe deu este talento, não insista, com certeza existe outro ministério esperando por você.
8. Bom senso: na escolha das músicas adequadas a cada momento. Pelo bom senso evitará usar gostos pessoais como único critério na escolha dos cantos.
9. Ama a Deus: um dia ele se sentiu amado por Deus e tudo que faz é uma resposta de amor a este Deus.
10. Discreto: não faz do altar um palco. Ao final do evento ou grupo de oração nem se lembrarão mais dele. Seu serviço levará todos a se maravilharem com o que Deus fez por nós. Quem adquire essa virtude, alcança grande maturidade no ministério.
Vamos orar ao Senhor, pedindo que o Espírito Santo faça de nós verdadeiros profetas anunciadores da Boa Nova de Cristo. E com coragem e desprendimento, multiplicar os talentos por Ele confiados. Vem Espírito Santo, vem fazer o novo naquilo que já sei fazer!

Ana Lúcia Balancin Camargo
Núcleo Diocesano Ministério Música e Artes
RCC Brasil Diocese de Limeira

domingo, 18 de julho de 2010

Música e Liturgia

“O canto e a música desempenham sua função de sinais de maneira tanto mais significativa por ‘estarem intimamente ligados à ação litúrgica’, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembléia nos momentos previstos e o caráter solene da celebração. Participam assim da finalidade das palavras e das ações litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis” ( CIC- 1157).
Não pretendo fazer aqui um tratado de liturgia, apenas darei algumas dicas sobre a postura do ministério de música em animações litúrgicas, especialmente nas celebrações Eucarísticas.
Na celebração Eucarística, o presidente é o sacerdote; portanto, antes de toda e qualquer celebração, converse com o sacerdote e exponha o que o ministério preparou em unidade com a equipe de liturgia.
Sei de toda a complexidade e até das diferentes interpretações sobre a liturgia que alguns padres dão; em todo caso, vale a máxima: “Quem obedece não peca”. Portanto, consulte o padre e obedeça-lhe.
Se você tiver conhecimento o bastante e abertura com o sacerdote, pode defender dua opinião; o diálogo nos faz crescer. Mas converse em outro momento, não poucos minutos antes do início da celebração.
Na missa, a música deve contribuir ara o engrandecimento e a profundidade dos momentos litúrgicos; por isso, cada música precisa se encaixar com momento certo e acompanhar os tempos litúrgicos.
Missa não é Show!
Não chame a atenção do povo para si ou para seu grupo musical. Na missa, Jesus é o centro.
Não desvie a atenção das pessoas com “caras e bocas” durante a interpretação de uma música, nem na execução de um solo instrumental.
Não converse durante a celebração, escolha antecipadamente as músicas e seu respectivos tons. Se houver extrema necessidade de algum diálogo, faça-o da forma mais discreta possível. Nada mais desagradável do que um ministério se entreolhando com ar desesperado, de “qual a próxima música?” ou “qual o tom?”.
Não use, durante a missa, roupas com cores fortes ou estampadas, a não ser que você seja convocado de surpresa e não tenha condições de se trocar.
Não use, de jeito nenhum, roupas sem mangas, decotadas, transparentes ou bermudas durante a celebração Eucarística.
Escolha os cânticos de acordo com as leituras e tempo litúrgico. Não se pode cantar os Hits, a não ser que se encaixem com o tema da celebração.

Peça aos músicos que toquem de forma harmônica e com um volume que favoreça a oração. Já vi muitas vezes sacerdotes e ate bispos serem “martirizados” pelo alto volume dos instrumentos, inclusive da bateria, montados a menos de um metro de seus ouvidos, em palcos pequenos.
Não use a harmonia mais complicada que vocês sabe tocar. Nas celebrações, precisamos ajudar o povo a rezar as canções. Acordes muito dissonantes não são os mais indicados nessas ocasiões. Cuidado para não fazer das missas uma “Válvula de escape”para seu desejo de tocar no Free Jazz Festival ou no barzinho mais “out” de sua cidade.
Ensaie com o povo antes da missa. Ensine os cânticos novos e motive-os a rezar com eles.
Algumas fórmulas da missa, como o “Cordeiro de Deus”, não podem ser modificados. Estude liturgia! Em liturgia não dá para improvisar.
Não queira ser um ministro de música “garçom”, que apenas serve aos outros o banquete. Participe ativamente de cada momento da celebração, sente-se à mesa. Você também é um “feliz convidado para a ceia do Senhor”.
Se você é animador de música na liturgia, não multiplique as palavras. Não queira fazer uma homilia a cada música, nem queira roubar o papel do comentarista.
Luiz carvalho - Com. Recado

sexta-feira, 9 de julho de 2010

HOJE EU VOU TOCAR NA MISSA

É tão distante falar que "hoje eu vou tocar na missa". Parece mesmo que estou indo para um concerto, para um show, prestar um favor para a Igreja. O ideal seria "tocar a Missa". O Ministro de música faz parte da celebração. Ele não é um mero espectador.
E a Missa, a celebração da Missa é o momento de maior intimidade com O Senhor. É o encontro das Igrejas Militante, Padecente e Triunfante. É o nosso encontro com O Senhor Vivo.
Esta dimensão de "tocar a missa" é valiosa e faz-nos mergulhar no profundo do Mistério. Boa Missa.



REGRA DE OURO.
Toque e cante músicas que o povo conheça. O excesso de arranjos "maravilhosos" ,muitas vezes atrapalha o canto e todos se perdem, durante a celebração.

1) CONHECER A LITURGIA.
Você precisa saber bem a respeito do Sacrifício da Santa Missa; conhecê-la parte por parte e entender os seus significados. Por exemplo, na hora do ato penitencial, a canção escolhida deve ser de entronização, que conduza as pessoas a um ato profundo de contrição. Esta música deve ser "fácil" do povo cantar.

2) SABER AS LEITURAS DO DIA.
É imprescindível que o ministério que tocará na Missa saiba com antecedência as leituras que serão proclamadas, em especial o Evangelho. A partir do Evangelho, escolha músicas que estejam em acordo com todo o andamento da Missa.

3) TEMPO LITÚRGICO.
Qual tempo litúrgico a Igreja está vivendo? O Advento, Tempo Pascal, Natal, Tempo Comum...? As músicas precisam estar em sintonia com cada Tempo Litúrgico. Na Quaresma, por exemplo, não se canta o Glória, nem se canta Aleluia... É preciso estar atento a tudo isso.

4) SOM AMBIENTE.
O áudio (som) deve estar na altura certa e observando a quantidade de pessoas dentro da Igreja. Se for uma missa de juventude, você pode trabalhar melhor as canções e, quem sabe, até colocar arranjos mais elaborados. Se for uma missa com pessoas mais idosas, não é natural querer tocar guitarra e bateria estrondorosamente. Tenha discernimento quanto ao som e a acústica da sua paróquia ou local da celebração. Outra coisa: pare de brigar com o "retorno".

5) CAMPANHAS DA FRATERNIDADE.
A CNBB lança todos os anos canções com temas específicos. Gostando você ou não, estas canções apontam para uma necessidade que o Brasil está vivendo naquele momento. É um tempo em que toda a Igreja do Brasil vive em unidade musical. É interessante pensarmos neste tipo de unidade.

6) OBEDIÊNCIA AO SACERDOTE.
Não brigue com seu padre. Dialogue e obedeça nas horas em que vocês discordarem. Lembre-se que o foco central de nosso ofício na Missa é Jesus, e o povo de Deus é quem deve ser atingido. "Brigas de galo" durante a celebração só mancha mais ainda a liturgia. Não seja otário e saia correndo da missa,na hora que o padre disse para você abaixar o som. Educação, fineza e discernimento são essenciais para o amadurecimento de seu Ministério.

7) AMBIENTALIZAÇÃO.
Não fique afinando seu instrumento 10 minutos antes da missa começar. Isso é muito irritante. Se os santos pudessem descer do altar e conversar com os guitarristas diriam: "que chato, pare!" . É feio observar paróquias em que o ministério de música afina violão e bateria na hora em que o povo está chegando. É uma situação bastante desagradável. As pessoas que chegarem na Igreja, precisam desde o início, perceber a Graça de Deus. O ambiente deve ser propício à oração e calmaria. Não a desordem.

8) SILÊNCIO E ATENÇÃO.
Não fique andando durante a missa, nem fique tagarelando, falando sobre notas, cifras, mudanças de tonalidades... tudo isso deve ser combinado antes da missa iniciar. Combine também alguns sinais entre os músicos para que fique mais fácil uma rápida comunicação. A imaturidade de alguns músicos os levam a cometer verdadeiras bobagens durante a missa como ficar rindo entre si, melindres, sinaizinhos engraçados. Os ministros são co-responsáveis pela atmosfera de paz e sossego, durante a Missa.

9) ENSAIO.
Ensaie para a missa. Não improvise.

10) TENHA ZELO E SELECIONE BEM AS MÚSICAS.
Cuidado com músicas folclóricas, ou de cunho popular durante a missa. Tenha zelo. Procure tocar somente canções feitas para a missa. Os domínios populares, muitas vezes são hereges e pagãos. O Espírito Santo nos músicos é bem criativo; não precisa pegar música de gente famosa pra chamar atenção.

11) ESCOLHA O TOM QUE TODOS CONSIGAM CANTAR.
Toque no tom certo para todos, e não só para você. É o povo quem deve cantar e participar. Peça para Deus o talento de envolver as pessoas na música que você está tocando e cantando. Cuidado com o tom alto da música. Não é só porque a mocinha bonitinha de seu ministério canta bem que a paróquia toda tem que ouvi-la se "esguelar".

12) CATIVE E ENSINE O POVO.
Se for possível, ensine canções novas para o povo. E mais, cative o povo! Os que ali entrarem precisam perceber a Presença Santificante de Deus também no ministério de música, e se sentirem mais próximos do próprio ministério. Cultive a unidade, a fraternidade e a amizade entre seu ministério e o povo. Nada de estrelismos, de cara-virada... Seja amigo de seu povo. A assembléia precisa perceber que o ministério não é fechado em si mesmo, mas está ali para ornar a liturgia e servir ao povo de Deus.

13) CONDUZA À ORAÇÃO E PREPARAÇÃO.
Na hora em que as pessoas estiverem chegando, combine com seu padre se vocês podem tocar algumas músicas em som ambiente. Toque músicas que conduzam o povo ao silencio e à oração, e não o "super hit's" do momento. Prepare o coração do povo para a Missa.

14) ORAÇÃO E INTIMIDADE.
Reze antes de tocar. Não se ache capaz de tudo... Nós somos provas de que a oração muda o jeito que as pessoas recebem nossas canções. Através da oração, peça ao Senhor que suas músicas se tornem vida em abundância para o povo. Você perceberá como as pessoas serão tocadas e chegarão mais próximas de Deus quando perceberem que você e seu ministério são bem próximos de Deus.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Virgem Maria na concepção

Valor da concepção virginal de Jesus

No seu desígnio salvífico Deus quis que o Filho unigênito nascesse de uma Virgem. Tal decisão divina postula uma relação profunda entre a Virgindade de Maria e a Encarnação do Verbo. ´O olhar da fé pode descobrir, tendo em mente o conjunto da Revelação, as razões misteriosas pelas quais Deus, no seu desígnio salvífico quis que seu Filho nascesse de uma Virgem. Estas razões tocam tanto a pessoa e a missão redentora de Cristo quanto o acolhimento desta missão por Maria em favor de todos os homens´ (Catecismo da Igreja Católica, n. 502). A concepção virginal, excluindo uma paternidade humana, afirma que o único pai de Jesus é o Pai celeste e que na geração temporal do Filho se reflete a geração eterna: o Pai, que tinha gerado o Filho na eternidade, gera´O também no tempo como homem.

2. A narração da Anunciação põe em relevo o estado de ´Filho de Deus´, apôs a intervenção divina na concepção. ´O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo estenderá sobre ti a Sua sombra. Por isso mesmo é que o Santo que vai nascer há´de chamar´Se Filho de Deus´ (Lc. 1,35). Aquele que nasce de Maria é já, em virtude da geração eterna, Filho de Deus; a sua geração virginal, operada por intervenção do Altíssimo, manifesta que, também na sua humanidade, Ele é o Filho de Deus. A revelação da geração eterna na geração virginal é sugerida também pelas expressões contidas no Prólogo do Evangelho de João, que põem em relação a manifestação do Deus invisível, por obra do ´unigênito que esta no seio do Pai´ (1,18), com a sua vinda na carne: ´E o Verbo fez´Se Homem e habitou entre nós, e nós vimos a Sua glória, glória que Lhe vem do Pai, como Filho único cheio de graça e de verdade´ (1,14). Narrando a geração de Jesus, Lucas e Mateus afirmam também o papel do Espírito Santo. Este não é o pai do Menino: Jesus é Filho unicamente do eterno Pai (cf. lc. 1,32.35) que, por meio do Espírito, opera no mundo e gera o Verbo na natureza humana. Com efeito, na Anunciação o anjo chama ao Espírito ´força do Altíssimo´ (Lc. 1,35), em sintonia com o Antigo Testamento que o apresenta como a divina energia operante na existência humana, tornando´a capaz de ações maravilhosas. Ao manifestar´se no grau supremo no mistério da Encarnação, esta força, que na vida trinitária de Deus é Amor, tem a tarefa de dar o Verbo Encarnado à humanidade.

3. O Espírito Santo, em particular, é a Pessoa que comunica as riquezas divinas aos homens e lhes participa a vida de Deus. Ele, que no mistério trinitário é a unidade do Pai e do Filho, operando a geração virginal de Jesus, une a humanidade a Deus. O mistério da Encarnação põe em evidência também a incomparável grandeza da maternidade virginal de Maria: a concepção de Jesus é fruto da sua generosa cooperação na ação do Espírito de Amor, fonte de toda a fecundidade. No plano divino da salvação, a concepção virginal é, portanto, anúncio da nova criação: por obra do Espírito Santo, em Maria é gerado Aquele que será o homem novo. Como afirma o Catecismo da Igreja Católica, ´Jesus é concebido pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, pois Ele é o Novo Adão que inaugura a nova criação´ (n. 504). No mistério dessa nova criação resplandece o papel da maternidade virginal de Maria. Chamando a Cristo ´Primogênito da Virgem´ (Adv. Haer. 3, 16, 4), Santo Ireneu recorda que, depois de Jesus, muitos outros nascem da Virgem, no sentido que recebem a vida nova de Cristo. ´Jesus é o Filho Único de Maria. Mas a maternidade espiritual de Maria estende´se a todos os homens que Ele veio salvar: ´Ela engendrou seu Filho, do qual Deus Se fez o Primogênito entre uma multidão de irmãos´(Rom. 8,29), isto é, entre os fiéis, em cujo nascimento e educação Ela coopera com amor materno´ (LG, 63)´ (Catecismo da Igreja Católica, n. 501).

4. A comunicação da vida nova é transmissão da filiação divina. Podemos aqui recordar a perspectiva aberta por João no Prólogo do seu Evangelho: Aquele que por Deus foi gerado dá aos crentes o poder de se tornarem Filhos de Deus (cf Jo. 1,11´12). A geração virginal consente a extensão da paternidade divina: os homens tornam´se filhos adotivos de Deus, n’Aquele que é Filho da Virgem e do Pai. A contemplação do mistério da geração virginal faz´nos então intuir que Deus escolheu para o seu Filho uma Mãe Virgem, a fim de oferecer de modo mais amplo à humanidade o seu amor de Pai.

L´Osservatore Romano, n.31, 03/08/1996, pag. 8(372)

DO Livro: A VIRGEM MARIA ´ 58 CATEQUESES DO PAPA JOÃO PAULO II

quinta-feira, 1 de julho de 2010

ACAMPAMENTO DE MÚSICA E ARTES

Clique aqui para imprimir a ficha de inscrição! (Adobe Reader)

Local: Comunidade Católica Davi.
Início: Sábado dia 11 às 7:30H c/ café da manhã
Rodovia Anhanguera, km 131 - Sentido Americana/Limeira
Importante:
Estaremos disponibilizando guias para levá-los até o local se necessário. Para você que tem crianças e quiser levá-las, o Ministério para as Crianças estará junto conosco no evento para evangelizá-las, as crianças até 10 anos não pagam. Se você optar em acampar e quiser levar sua barraca, aviso importante: Os casais de namorados cada um tem que levar a sua própria barraca. Precisamos como uma família, ministros de louvor, nos unir em Espírito e Verdade para que juntos possamos reconstruir as muralhas, fechar as brechas de nosso ministério e "Deixar Deus fazer o novo naquilo que já sei fazer".

...é só isso que Senhor pede a nós... diga não a sua vontade...se deixe seduzir pelo Senhor!

Alex Camargo
Coord. Diocesano Ministério de Música e Artes
RCC Brasil Diocese de Limeira

sábado, 26 de junho de 2010

Maria , a vencedora de todas as batalhas

Nossa Senhora se faz presente em todos os lugares e em todas as situações. Ela nunca nos abandona, pois recebeu através de Jesus, a missão de ser Mãe de toda a humanidade. E ainda que não tivesse recebido esta missão, seria nossa Mãe da mesma forma. Ela está sempre pronta a nos socorrer diante dos perigos e das ciladas do inimigo. Sua presença é silenciosa e discreta.

Maria é como aquela mãe que quer ter seus filhos debaixo dos seus olhos e da sua proteção. A todo instante ela advoga nossas causas e trava grandes batalhas por nós.

Maria está sempre em prontidão e diante de nossas dores, intercede por nós - mesmo quando não recorremos ao seu auxílio. Verdadeiramente é a Mãe da Misericórdia, a qual não suporta o sofrimento dos seus filhos, sejam eles justos ou injustos. Ela não faz distinção: roga por todos e jamais deixa de atender as nossas súplicas.

A mesma Maria que nas Bodas de Caná apressou a hora de Jesus, quer também obter muitas graças para nós. Deixe Maria entrar em sua vida, em sua casa. Ela é bendita entre todas as mulheres, onde entra Maria, entra Jesus. Jesus é a descendência da mulher, a qual vai esmagar a cabeça da serpente em toda e qualquer situação de nossas vidas, e a vitória será do Senhor.

E hoje quando a Igreja celebra a Anunciação do Senhor - Maria que soube ouvir e atender ao chamado de Deus, por isso é nossa intercessora - ela quer interceder por você e pelos seus, bem como pela situação que vivemos hoje, pois é ela a vencedora de todas as batalhas!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Já não vos chamo mais de servo ...

À exemplo de Santa Isabel que soube perceber a presença do Senhor no ventre da Virgem Maria, assim também nós ministros de louvor precisamos buscar uma profunda intimidade com Deus, à ponto de percebermos em tudo na nossa vida a presença e o Senhorio de Jesus.
Precisamos dessa intimidade que nos leva a sentirmos o próprio Perfume do Senhor. Assim como nós reconhecemos um dos nossos pelo aroma do seu perfume, irmãos precisamos conhecer e reconhecer o aroma, o perfume, o cheiro do Senhor.
Pois o Senhor nos conhece, não de hoje, mas desde o ventre de nossa mãe. E foi Ele mesmo que nos predestinou, nos amou, nos escolheu e nos capacitou e nos chama hoje à esse encontro íntimo de amor e cumplicidade.
Assim como nos diz no seu evangelho: ”Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi e vos designei, para dardes fruto e para que o vosso fruto permaneça.“ Jo 15, 15-16ª
Vamos orar ao Senhor, agradecendo por sermos seus Amigos escolhidos e pedindo a graça de cada dia mais nos aproximarmos Dele, contemplando face a face o seu Amor e refletindo-o em cada expressão do nosso louvor.

Deixar Deus fazer o novo naquilo que já sei fazer!
Ana Lúcia Balancin Camargo
Núcleo Diocesano Ministério Música e Artes
RCC Brasil Diocese de Limeira